Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Florestas mais sagradas do mundo podem estar em risco

Mäyjo, 22.11.13

Florestas mais sagradas do mundo podem estar em risco

 

Os cientistas alertam que algumas das florestas mais sagradas do mundo, protegidas pelas comunidades indígenas seguindo crenças tradicionais, estão entre os poucos ecossistemas florestais que foram poupados pelos madeireiros, mas que estão cada vez mais ameaçados.

“As provas mostram que muitas pessoas, incluindo madeireiros, têm durante anos respeitado ou têm sentido medo de ir contra algumas crenças religiosas – e que isso tem sido uma medida de conservação para várias florestas sagradas por todo o mundo”, disse Prasit Wangpakapattanawong, da Chiang Mai University na Tailândia.

As mais sagradas florestas podem ser encontradas em países asiáticos, em especial na Índia, onde foram preservadas e protegidas ao longo de séculos pelos adeptos do budismo. Mas a procura crescente por terras entre os investidores globais é uma ameaça real a estes paraísos, outrora seguros, ricos em biodiversidade.

Um exemplo citado por Wangpakapattanawong é uma secção de 500 hectares na floresta sagrada de Aravali, na Índia, que foi reservada para desenvolvimentos governamentais do estado de Haryana. Aí foi criado um plano que autoriza actividades na floresta até 2031 e que tem sido fortemente contestado pelas comunidades indígenas, avança o All Africa.

No Quénia, a floresta sagrada de Mrima, na faixa costeira de Kwale County também está sob a ameaça de mineiros que querem explorar as raras terras com nióbio, usado na produção de aço e dispositivos médicos e electrónicos. Mas os anciãos da região, os respeitados líderes religiosos tradicionais, opõem-se ao plano e prometem amaldiçoar quem invadir as suas terras. A floresta de Mrima foi declarada área protegida em 1961 por ser lar de árvores, aves e pequenos animais selvagens raros.

Um recente estudo da Northeastern Forestry University, na China, revelou que as florestas sagradas são ecologicamente importantes porque fornecem habitats a espécies endémicas raras e ameaçadas de extinção e têm um alto valor de conservação, apesar de serem áreas tipicamente pequenas.

No Quénia, as crenças entre a comunidade Maasai proíbem a qualquer pessoa cortar uma árvore, para lenha ou qualquer outra finalidade. É também uma ofensa cultural intervir com as raízes ou remover toda a casca de uma árvore para extracção de ervas, por exemplo. É graças a estas práticas que a floresta Loita, em Narok County, conseguiu ser conservada como indígena até hoje, abrangendo 33 mil riquíssimos hectares.

 

Foto: Sob licença Creative Commons


in: Green Savers

ONG LAMENTAM QUE A COP19 SEJA PATROCINADA POR GRANDES CORPORAÇÕES

Mäyjo, 22.11.13

 

Chegados ao último dia da COP, tradicionalmente marcado pelo impasse e por longas horas de negociações, pode avançar-se já com duas marcas desta conferência sobre alterações climáticas: o arranque marcado pelos efeitos devastadores do tufão Hayian, nas Filipinas, e antes disso, a decisão de ter várias corporações a patrocinar o evento, uma opção vista por muitos como um mau prenúncio para esta ronda negocial.

O apoio empresarial não costuma ser tão evidente, mas o Governo polaco, anfitrião da COP19, decidiu contar com o apoio de uma dúzia de corporações “verdes”, segundo os organizadores, mas pouco amigas do ambiente, reclamam desde o início as ONG. O grupo inclui a Alstom, que patrocina as máquinas de água no recinto da COP19, e que é a empresa do sector da energia que forneceu a maior parte dos equipamentos das centrais a carvão em funcionamento da Polónia.

Outro patrocinador é a ArcelorMittal, a maior empresa mundial de siderurgia e exploração mineira, responsável por enormes emissões anuais de gases de efeito de estufa (GEE). É este o patrocinador dos pavilhões que foram montados no centro do estádio nacional de Varsóvia, espaços que acolhem os plenários e as principais salas da COP19.

O grupo inclui ainda a BMW Polónia, a General Motors, o Grupo Lotos da Polónia, da área petrolífera (patrocinador dos sacos entregues aos delegados), a PGE, a empresa estatal produtora de energia, e as companhias aéreas Polish Airlines e Emirates Airlines (patrocinadora dos ‘puffs’ para os delegados descansarem).

Escolhas que levam as ONG a afirmar que a COP19 é patrocinada pelo lobby dos combustíveis fósseis, uma sensação reforçada pela decisão do Governo de realizar durante o período da COP um encontro internacional sobre a indústria do carvão, o combustível predileto da Polónia. 

 

Vídeo crítico divulgado hoje pelas ONG juvenis:

 

 

in: http://varsovia.blogs.sapo.pt/

Quercus e EPAL assinalam amanhã o Dia da Floresta Autóctone com plantação de 625 árvores junto à Albufeira de Castelo do Bode

Mäyjo, 22.11.13

plantação2

A Quercus e a EPAL associam-se amanhã, 23 de novembro, para assinalar o Dia da Floresta Autóctone, com uma ação de reflorestação na área envolvente à Albufeira de Castelo do Bode. A iniciativa, que terá lugar pelas 10 horas, visa contribuir para o restauro das zonas devastadas pelos incêndios de verão, com a plantação de 625 árvores e arbustos autóctones.

 

Os terrenos a intervir estão integrados na Zona de Intervenção Florestal de Aldeia do Mato (freguesia de Aldeia do Mato, concelho de Abrantes) e possuem uma área de aproximadamente 5.000 m2, estando prevista a sua valorização com várias espécies de árvores e arbustos, entre as quais o carvalho-português (Quercus faginea), pilriteiro (Crataegus monogyna), zelha (Acer monspessulanum) e madressilva (Lonicera implexa).

 

Esta iniciativa irá contar com a presença de colaboradores da EPAL e da Quercus e decorre no âmbito da parceria estabelecida entre estas entidades, com o objetivo de promover a proteção da qualidade da água da Albufeira de Castelo do Bode, a mais importante reserva estratégica de água do país e principal área de captação de água da EPAL.

 

Com esta ação, a EPAL pretende contribuir para reduzir a sua pegada ecológica, investindo no restauro do equilíbrio biológico natural da floresta autóctone e na sustentabilidade dos ecossistemas da área contígua à Albufeira de Castelo do Bode. O objetivo é melhorar a prestação de serviços (benefícios) dos ecossistemas, como a água de excelente qualidade, o sequestro de carbono (cerca de 2,75 toneladas de CO2 em 40 anos), a regulação do ciclo de nutrientes, a protecção do solo e a prevenção da propagação de fogos.

 

De acordo com José Manuel Sardinha, presidente da EPAL "a Albufeira de Castelo do Bode assegura 70% da água fornecida pela EPAL fazendo todo o sentido implementar ações que valorizem ambientalmente as suas condições naturais e que propiciem o aumento da biodiversidade, cuja perda é hoje considerada uma das maiores ameaças ambientais a nível global" concluindo que "esta iniciativa de voluntariado é um investimento no capital natural da região com um impacto positivo na qualidade da água da albufeira, do ar e dos solos, em benefício de todos".

 

 

Fonte: Quercus

Nascimento de nova ilha durante erupção vulcânica no Japão

Mäyjo, 22.11.13


Um novo ilhéu nasce a sul de Tóquio durante uma erupção vulcânica.

Aconteceu a apenas algumas centenas de metros da ilha deserta de Nishinoshima no arquipélago de Ogasawara, no Pacífico.

Envolta numa cortina de fumo nasceu uma ilha com 200 metros de diâmetro e 20 de altura. apesar de os vulcanólogos não fazerem previsões, os japoneses têm esperança que a nova ilha resista e não fique submersa - desjam que se torne terra firma para aumentar a sua área territorial.

COP 19: 133 países em desenvolvimento abandonam negociações devido a burocracia dos países desenvolvidos

Mäyjo, 22.11.13

COP 19: 133 países em desenvolvimento abandonam negociações devido a burocracia dos países desenvolvidos

 

Cerca de 133 representantes dos países em desenvolvimento abandonaram as negociações sobre as alterações climáticas da COP 19, que decorre em Varsóvia. Na base da retirada está o facto de os países desenvolvidos recusarem discutir as compensações a atribuir às nações em desenvolvimento, pelas alterações climáticas provocadas pelas nações industrializadas.

A maior parte dos países da União Europeia (UE) e nações como os Estados Unidos, Canadá, Austrália apenas querem discutir as compensações na próxima cimeira, agendada para 2015 em Paris. Em resposta o G77 e o grupo da China retiraram-se das negociações.

Seleemul Huq, o cientista cujo trabalho sobre as perdas e danos dos países em desenvolvimento ajudou a colocar a questão das compensações na agenda do COP 19, disse que “as negociações estavam a decorrer bem, num espírito de cooperação, mas no final da sessão sobre as perdas e danos a Austrália pôs tudo o que foi acordado entre parêntesis, de forma que todo o debate foi desperdiçado”, cita o The Guardian.

Os países em desenvolvimento exigiram a criação de uma nova instituição das Nações Unidas para vigiar a atribuição das compensações, mas os países desenvolvidos não têm considerado o pedido, ignorando os pedidos de um debate sério sobre a questão.

“A UE entende que a questão é incrivelmente importante para os países em desenvolvimento. Mas eles devem ser cuidados no que toca a criar uma nova instituição. Não é disso que este processo precisa”, afirmou a comissária europeia para o clima, Connie Hedegaard. “Não podemos ter um sistema de compensações automáticas para quando ocorrerem eventos sérios no mundo. Isso não é exequível”, sublinha a comissária.

Desta forma, o debate sobre as compensações foi recusado pelos países desenvolvidos, que temem que tal sistema possa conduzir a custos inaceitáveis.

 

Foto: Ilhas Gili, Indonésia.   RaihanMazumder / Creative Commons


fonte: Green Savers

7 estações de metro que nos convidam a parar e admirar

Mäyjo, 22.11.13

7 estações de metro que nos convidam a parar e admirar (com FOTOS)

 

Para quem utiliza os transportes públicos todo os dias, a visão de uma estação de metro ou central ferroviária pode parecer uma banalidade, mas há verdadeiras obras de arte ao serviço da mobilidade.

 

“Andar de metro pode ser uma verdadeira viagem pelos sentidos, pelo menos em algumas estações do mundo que são autênticas obras de arte”, explica o Menos Um Carro, que hoje publica um texto sobre sete estações de metro que nos convidam – e quase obrigam – a  parar por um segundo e admirar a inspiração do arquitecto e engenheiro.

 

Lisboa não está referenciada nesta lista, mas todos sabemos que a capital portuguesa tem algumas das mais belas estações do mundo – Olaias ou a recente estação do aeroporto, por exemplo.

 

Veja a selecção das sete estações magníficas e, abaixo, uma pequena amostra da beleza arquitectónica.

 

1.Estação de Kievskaya , Moscovo, Rússia

Candeeiros dourados, como aqueles dos palácios, no metro? É verdade. Moscovo volta a elevar o nível da opulência (apesar de debaixo da terra) com luxuosas luzes e candeeiros, pilares de mármore e mosaicos coloridos numa das suas estações. Construída em 1954, a estação de Kievskaya foi pensada para se parecer com um toucador. Não vá alguém ter saído de casa a correr sem tempo de se arranjar…

2.Estação de T-Centralen , Estocolmo, Suécia 

A enorme estação de T-Centralen, em Estocolmo, é famosa pelas suas paredes grosseiramente esculpidas e murais brilhantes as quais relembram pinturas rupestres. A ideia surgiu dos artistas Vera Nilsson e Siri Derkert na década de 50 e pretendia juntar a arte e os transportes públicos, algo inovador para altura, mesmo na Suécia. Vale a pena sair nesta paragem de metro e dar uma vista de olhos, nem que seja para depois voltar no próximo ao comboio.

 

3.Estação de Toledo , Nápoles, Itália 

A estação de Toledo, em Nápoles, foi recentemente remodelada pelo que vale a pena uma visita. As paredes e as restantes superfícies estão cobertas por uma galáxia de mosaicos de Bisazza azuis e brancos (aqueles muito pequeninos, como nas piscinas mas cheios de qualidade), que dão um efeito incrível. Será que estamos debaixo de água ou no espaço?

 

4.Tunel Bund Sightseeing Tunnel , Xangai, China 

É certo que não é propriamente uma estação, mas o Túnel de Bund Sightseeing, que vai de Puxi a Pudong, debaixo do rio Pu de Xangai, é de paragem obrigatória para os visitantes da cidade. O seu já famoso espetáculo de luzes de várias cores pode ser visto do eléctrico e fica na memória. Só não se esqueça de fotografar.

 

5.Estação Formosa Boulevard , Kaohsiung, Taiwan

A estação Formosa Boulevard de Kaohsiung, que foi construída para os Jogos Mundiais de Taiwan em 2009, tem a maior obra feita de vidro do mundo. A “Dome of light”, que coroa a parte superior da estação, trata-se de uma das instalações mais poderosas que poderemos alguma vez visitar, pelo menos até hoje. Criada por Narcissus Quagliata, a cúpula tem 30 metros de diâmetro e é composta por 4.500 painéis coloridos, vindos da Alemanha. Quem se atreve a contar?

 

6.Estações da Linha A, Praga , República Checa 

As estações ao longo da linha A do metro de Praga, são um conjunto divertido constituído por um design muito especial de cores e formas. As paredes e os tectos desta linha são compostas por blocos semelhantes a peças de lego, o qual se repete ao longo das várias estações. O melhor de tudo é que as cores mudam pelo que não vai querer perder esta viagem completa.

 

7.Estação de Champ-de-Mars Station , Montreal, Canadá 

A impressionante estação de Champ-de-Mars é a casa de uma das obras mais incríveis do artista quebequense Marcelle Ferron. Ali, vidro e cor vivem em harmonia, em janelas com padrões geométricos, as quais fazem parar por momentos, apenas para apreciar.

 

in: Green savers